Diabetes canina: quais os sinais, os perigos e o tratamento

setembro 29, 2014  /   Curitiba, Na mídia, Notícias

Diabetes canina, esta doença existe e é preciso estar bem atento. Assim como a diabetes humana, esta é uma enfermidade com ação progressiva e que os donos de pets, logo nos primeiros sinais, precisam tomar todos os cuidados.

A médica veterinária do Hospital Veterinário HV Pró Vita, Rhea Cassuli Lima dos Santos, explica que, com raras exceções, os cães desenvolvem apenas a diabete do tipo dependente de insulina.

“É diferente dos humanos e dos gatos, nos quais o diabetes está mais associado à obesidade e aos hábitos alimentares. Nos cães, as causas mais comuns são alterações causadas pelo próprio sistema imune do organismo, que diminuem drasticamente ou até interrompem a produção de insulina pelo pâncreas” explica Dra. Rhea.
Atenção aos sinais

Mas como saber se o seu cachorrinho pode estar sofrendo de diabetes? Basta ficar atento com alguns sinais e levar o bichinho até um médico veterinário. “Os principais sinais são os que chamamos de ‘Quatro Pês’, a poliúria, polidipsia, polifagia e perda de peso. Ou seja, ele urina muito e com muita frequência, bebe muita água, come muito e ainda assim perde peso. Estes são os sinais clássicos da diabete” enumera Dra. Rhea.

Quem é dono de cães pequenos, os chamados toys e em especial os Poodles, a atenção deve ser maior, pois há muitos relatos de diabete nestas raças.

Tratamentos
Como o próprio nome da doença indica como deve ser o tratamento. “O paciente diabete insulino dependente precisa da administração de insulina para regular a sua glicemia. É preciso fazer o manejo adequado da alimentação e também é importante fazer o tratamento das doenças concomitantes ou decorrentes das alterações causadas pela diabete” diz Dra. Rhea.

Ao contrário do que muitos donos acreditem, exercícios e dieta equilibrada para cães não ajudam na prevenção da diabetes. “Embora sejam sempre benéficos para a saúde em geral, eles não ajudam a prevenir esta doença pois ela é causada por disfunções do sistema imune do próprio cão”.

Problemas futuros
Dra. Rhea aponta algumas das complicações que a diabetes pode trazer ao cachorrinho com o passar do tempo, sem um acompanhamento adequado, sendo que a principal complicação – e também a mais séria – é a chamada cetoacidose diabética.

“A cetoacidose ocorre quando a doença não é controlada ou quando o quadro é agravado por outra doença, e pode levar ao óbito. Outra complicação importante é a hipoglicemia, que pode ocorrer devido à aplicação inadequada de insulina, por jejum prolongado, ou doenças concomitantes”.

A recomendação, portanto, é ficar atento e levar seu cachorrinho ao médico para exames constantemente. Prevenção é sempre a melhor opção.

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