Blog

Seu cão tem medo de coleira?

Em 20 de agosto de 2013  /   Na categoria Blog

Seu cão é do tipo que tem medo de coleira? Quando sai para passear, o passeio vira dor de cabeça? A consultora comportamental de cães da Comportare Karla Raphaela Voltolini aborda, no material de hoje, esse tema. Ela dá algumas dicas de melhores horários para sair com o pet, e lembra que os filhotes se cansam mais rapidamente. Boa leitura!

* Por Karla Raphaela Voltolini

Medo de coleira?

Evite multidões. Seu filhote pode ficar assustado ao ter que cruzar muita gente!

O medo da coleira pode surgir desde cedo, especialmente no caso de tutores que apresentam a coleira e a guia ao seu cão no seu primeiro dia de passeio na rua, que normalmente ocorre logo após terminar o esquema de vacinação. O cão fica em uma situação onde quer se libertar da coleira, enquanto o dono o puxa e o passeio acaba virando um transtorno para os dois. O ideal é acostumá-lo ao uso do acessório desde pequeno, antes dos quatro meses de idade e fazer simulações de passeios dentro da sua casa ou apartamento. Com esse método será mais fácil encarar a coleira na hora do passeio de verdade.

Atente para alguns cuidados iniciais e que são fundamentais:

• O ideal seria você escolher um horário onde não haja muito trânsito nas ruas para que ele não se assuste com o barulho de motores e buzinas;

• O começo da manhã, ou mesmo no meio da tarde, é um horário em que o sol não estará tão forte, e seu filhote não sentirá muito desconforto. A escuridão da noite também poderá assustá-lo, além de ser um horário em que ele costuma dormir, portanto também não é muito recomendada para as primeiras vezes.

• Como os filhotes se cansam muito rapidamente, dê passeios curtos, e procure não andar rápido demais. Lembre-se: ele só está aprendendo!

• Nos primeiros passeios procure fazer caminhos em que você não passe na frente de muitas casas com cães, pois esses costumam ser muito hostis com os cães que passam na frente de seus portões. Se você quiser começar a socializá-lo, leve-o em algum parque ou praça, e coloque-o junto a cães dóceis, que serão mais delicados com ele;

• Da mesma forma procure evitar multidões. Seu filhote pode ficar assustado ao ter que cruzar muita gente.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

Caso Chuvisco: fazer o bem faz bem!

Em 12 de agosto de 2013  /   Na categoria Blog

Para começar bem a semana, queremos registrar o caso do Chuvisco aqui no blog. Ele foi encontrado abandonado nas ruas de Curitiba, numa das madrugadas mais frias do ano, e foi encaminhado aqui para o Hospital Veterinário Pró Vita. Quem trouxe o Chuvisco até nós foi a Fabiane Rosa, da Ong Salva Bicho. Queremos reproduzir aqui o agradecimento dela ao hospital, mas acima de tudo, queremos dizer que ficamos felizes em poder ajudar o Chuvisco! Que ele receba todo o carinho que merece!!

“Nosso agradecimento a toda a equipe competente e dedicada do Pró Vita, pelos nove dias de carinho, atenção, cuidados e amor ao nosso anjo Chuvisco. É bom saber que temos amigos em quem podemos confiar. Pessoas que nos acolheram com tanto carinho e fizeram desse hospital a casa do Chuvisco. Somos gratos a Deus por termos conhecido tantas pessoas boas, de coração aberto e alma de anjos. Queremos agradecer a vocês, por tudo!!! Em especial por estarem ao nosso lado, sempre. Obrigada Tias Anas, Rhéa, Mirian e Tio Paulo, vcs moram no nosso coração. Hoje (01 de agosto) ele foi para Araucária, em lar temporário na casa da Sharon Rodriguez, e ficou super feliz com o carinho que foi recebido. Ainda precisamos de ajuda para as despesas do Chuvisco e principalmente de um lar, onde ele seja amado e respeitado como merece. Chuvisco resgatado na madrugada mais fria do ano, e tem o coração mais quente do mundo”.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

Brinquedos para cada fase da vida do seu cão

Em 2 de agosto de 2013  /   Na categoria Blog

Bom dia, gente!!!

O pessoal da Comportare sempre nos prestigia com textos interessantes, e esse é mais um deles! Você sabia que temos que ter cuidado com os brinquedos que oferecemos aos pets? Quando são filhotes, por exemplo, os dentes ainda são frágeis, por isso os brinquedos precisam ter uma textura mais macia.

Essas e outras dicas da consultora comportamental de cães Karla Raphaela Voltolini estão no texto abaixo! Boa leitura e “bons brinquedos” para o seu amigão!

* Por Karla Raphaela Voltolini

Foto: Divulgação

Os dentes dos filhotes são frágeis, portanto os brinquedos devem apresentar textura macia para não machucarem as gengivas. Para estimular a perseguição, o ideal será optar por uma bola, que deve ser leve e de dimensão adequada ao tamanho da boca para que o cachorrinho possa transportá-la sem dificuldade. O material da bola não deverá ser muito duro; assim, quando o cachorrinho agarrá-la, seus frágeis dentes não sentirão dor ou desconforto.

Para os cães jovens, a partir dos oito meses de idade, que já têm os dentes definitivos, o ideal é introduzir brinquedos mais resistentes e de maior durabilidade. A mordida do cachorro começa agora a se manifestar com mais intensidade, o que poderá danificar brinquedos menos resistentes. A bola continua a ser uma ótima opção! Nesta fase, o material deverá ser mais denso, duro e resistente.

Já para os cães adultos, com a mordida completamente desenvolvida, o brinquedo deve ser de maior dimensão, adequado ao tamanho da boca do cão e de material muito resistente. Uma opção é a bola de borracha natural maciça, ideal para estimular o instinto de perseguição: ela salta e atinge uma velocidade considerável pelo que é ideal se o dono pretende cansar o seu cão com várias corridas de perseguição. Os frisbees de borracha maleável também são uma ótima opção, pois atingem velocidades consideráveis e são excelentes para o seu cão se exercitar através das corridas de perseguição. O frisbee é somente usado para a perseguição e transporte, não sendo adequado para o “jogo do puxa”. Existem ainda outros brinquedos indicados para roer, normalmente na idade adulta do seu cão utilizam-se os ossos de couro comestível que tendem a durar horas ou até dias.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

Como são os horários da refeição do seu cão?

Em 15 de julho de 2013  /   Na categoria Blog

Olá, pessoal!

Temos mais um texto bem legal da Comportare para compartilhar com vocês. Desta vez, o assunto é a comida do seu cão. Como são os horários da refeição dele? Você deixa a ração disponível durante todo o dia? Segundo a consultora comportamental de cães Karla Raphaela Voltolini, o ideal é estabelecer horários fixos para as refeições, além de garantir o fornecimento de água fresca!

Abaixo, segue o material na íntegra. Boa leitura!

* Por Karla Raphaela Voltolini

Manejo alimentar

A hora da refeição é um dos momentos favoritos de seu cão, por isso, é essencial estabelecer uma rotina desde cedo, pois isso evitará comportamentos indesejados como ficar pedindo comida a todo tempo ou desenvolver apetite muito seletivo. Forneça a seu filhote três ou quatro refeições diárias de um alimento de alta digestibilidade. Escolha um local calmo e tranquilo e sempre o alimente nesse lugar, em sua própria tigela, em horários fixos do dia, para que seu filhote comece a aprender o que significa a “hora da refeição”.

Os cães costumam levar em torno de 15 a 20 minutos para comer uma refeição, por isso, deixe o alimento disponível no lugar para ajudá-los nesse período. Assim que ele se afastar da tigela, remova qualquer alimento não consumido. Recolher o alimento no final da refeição pode ajudá-los a aprender que a comida só estará disponível durante horários fixos e também evitar o desenvolvimento de comportamentos alimentares exigentes. Isso será um problema grave se houver necessidade de alterar a constituição do alimento no caso de doenças. Supervisione a alimentação e sempre garanta o fornecimento de água fresca à vontade.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

Xixi e cocô no lugar correto: o eterno dilema cão/proprietário

Em 4 de julho de 2013  /   Na categoria Blog

Olá, pessoal!

Abaixo segue um texto interessante do nosso parceiro Comportare sobre o xixi e o cocô do pet no lugar correto. Esse tema pode ser a dúvida de quase 100% dos donos.

Segundo a Consultora Comportamental de Cães Karla Raphaela Voltolini, se seu “dog” faz as necessidades no local correto, um elogio é uma ótima recompensa! Outro item importante que ela aborda é sobre  a higienização do local:  água sanitária ou desinfetante comuns não servem para esse fim, especialmente para os cães, pois eles têm um faro muito aguçado e podem perceber o cheirinho de xixi.

Ficou interessado sobre o tema? Leia abaixo o texto na íntegra! Boa leitura!

* Por Karla Raphaela Voltolini

Sem sombra de dúvidas, o grande problema comportamental que mais atendo são proprietários com filhotes recém-chegados que não aprenderam onde é o local correto de se “aliviar”. Eles devem ser educados desde pequenos para acertar o local onde fazer suas necessidades, uma vez que, com o passar do tempo, fica mais complicado discipliná-los.

É importante delimitar algum local para as necessidades, mas que esse seja sempre afastado da água e comida, pois ninguém gosta de se alimentar com odores desagradáveis. Sempre que o filhote fizer as necessidades no lugar certo, faça um elogio. Mas, se ele ficar fora da área escolhida por você, seque o xixi com o próprio tapete higiênico, recolocando-o no local correto, por mais algumas horas. Isto reforçará a ideia de local correto para o seu filhote.

Outro ponto crucial é a eliminação dos odores de xixi e cocô dos lugares “errados”. Há produtos específicos para eliminar odores no mercado. Lembre-se que água sanitária ou desinfetante comuns não servem para esse fim, especialmente para os cães, pois eles têm um faro pra lá de aguçado e podem perceber o cheirinho de xixi, mesmo que “mascarado” com perfumes.

No caso dos gatos, quanto mais cedo identificar e lidar com a situação, mais fácil. Se seu gato não for castrado, as chances de ele fazer xixi no lugar errado são grandes. Machos não castrados acham que devem marcar território e a melhor ferramenta que têm para isso é o xixi.

Além disso, é importante verificar se o xixi fora de lugar não se deve a alguma patologia, pois o problema pode ser de saúde, não de comportamento. Se o gato sente muita dor ao urinar, pode associar esse desconforto à caixa e fugir dela. Uma dica é a ficar atento à posição do rabo. Rabo paralelo ao chão mostra que ele está mesmo só se aliviando, enquanto rabo para cima e se mexendo tem cara de demarcação de território. Estresse e ansiedade podem ser a causa desse comportamento nada simpático. Nesses casos, objetos que têm o cheiro do dono, como roupas de cama, podem acabar sendo batizados. O problema também pode ser a própria caixa: ela pode estar muito pequena para eles, por exemplo. Ou pior: muito suja. A tampa da caixa também pode ser a vilã, caso o bicho se sinta “sufocado” lá dentro. Além disso, o dono deve ficar atento à altura da porta, que vira um obstáculo para felinos bebês, idosos ou com problemas de saúde.

* Autora:
Karla Raphaela Voltolini
Zootecnista – Consultora Comportamental de Cães
Contato: karlavoltolini@zootecnista.com.br

Clique aqui e curta a página da Comportare no Facebook

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

Cachorro detecta alteração de glicemia e ajuda criança a não passar mal

Em 27 de março de 2013  /   Na categoria Blog, Notícias

Este post é para aqueles que amam os animais e sabem reconhecer que eles são mais que bons amigos. São duas notícias de esperança que merecem uma leitura!

A primeira matéria, divulgada no G1, mostra um estudo feito na Áustria e divulgado no final do ano passado. Através da análise do hálito de pessoas doentes e saudáveis, cães conseguiram identificar a maioria daqueles que sofriam de câncer de pulmão (clique aqui e acesse).

A segunda, divulgada no portal R7, mostra a história de Alena Hughes, de seis anos, que mora no Reino Unido. Um labrador foi treinado durante quatro meses para detectar alterações de glicemia por meio da respiração da menina. Se a criança tiver hipoglicemia, a taxa de açúcar em seu sangue diminui e, quando essa queda é brusca, sua respiração desprende um odor diferente que somente o animal é capaz de detectar – para ler a matéria, clique aqui!

São estudos e histórias como essa que fazem os animais cada vez mais especiais!

Gostou? Compartilhe!

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

Hospital Veterinário Pró Vita conta com mais um veterinário na equipe

Em 21 de março de 2013  /   Na categoria Blog

O veterinário George Velastín é o novo integrante do Hospital Veterinário Pró Vita

A partir de agora, o Hospital Veterinário Pró Vita conta com mais um colaborador: é o doutor George Ortmeier Velastín, especialista em Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Selvagens. Os atendimentos com o doutor deverão ser agendados previamente.

Então, se você tem um animalzinho exótico de estimação em casa, como uma tartaruga ou um coelho, por exemplo, e precisa da orientação de um profissional especializado, agende uma consulta com o dr. George. É só ligar e agendar: (41) 3024-0816.

Sobre George Ortmeier Velastín
George Ortmeier Velastín é natural de Cascavel, graduado médico veterinário pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em Clínica e Reprodução Animal, área de concentração Anestesiologia e Estresse de animais selvagens.

Velastín foi professor da Faculdade Evangélica do Paraná nos cursos de graduação em Gestão Ambiental e Medicina Veterinária (2008-2012). Médico veterinário com atuação em Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Selvagens desde 2001. Consultor da Fauna Pro Consultores Ltda de São Paulo (2009) e Bio Situ – Projetos e Estudos Ambientais (Curitiba, 2009). Também foi sócio-coordenador clínico da Clínica Vida Livre – Medicina de Animais Selvagens (Curitiba – 1998-2007).

Desde 2001 é pesquisador associado do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) de Nazará Paulista/SP, no qual desenvolve trabalho com medicina da conservação no Programa para Conservação do Mico-Leão-da-Cara-Preta (Leontopithecus caissara).

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

Cuidados com medicamentos tóxicos para cães e gatos

Em 18 de março de 2013  /   Na categoria Blog

Pode parecer óbvio, mas os remédios que compramos nas farmácias servem apenas para a nossa medicação, e não para os animais. Muitos donos, ao perceberem que os cães e gatos não estão passando bem, receitam, por conta própria, um diclofenaco ou paracetamol qualquer. No entanto, segundo a médica veterinária do Hospital Veterinário Pró Vita Rhea Cassuli Lima dos Santos, a atitude é errada porque os pets precisam de medicações específicas.

“O tratamento deve ser específico. Em muitos casos, inclusive, os donos deixam de nos contar que deram algum remédio para o animal, o que acaba atrasando o tratamento e piorando o caso”, comenta a veterinária.

Entre as piores medicações está o diclofenaco, princípio ativo dos conhecidos Cataflan e Voltarem. O remédio, se aplicado em quantidade errada, provoca gastrite e insuficiência renal aguda. “O cachorro apresenta vômito, diarreia e tem a urina alterada”, explica Rhea, que ainda acrescenta: “é bom ressaltar que os remédios podem ser usados para tratamentos em animais, mas as doses são sempre menores e isso deve ser feito somente com orientação médica”.

A veterinária se lembrou de um caso curioso que serve de alerta para os donos. “Me lembro de um caso em que o animal lambeu a pele da dona, que havia acabado de passar um remédio em gel, e começou a passar mal. Portanto, não são apenas os comprimidos que devemos deixar longe dos pets, mas cuidar com o uso de medicamento em gel que, sem querer, pode fazer mal para o bichinho”.

Em relação ao tratamento, cada caso deve ser avaliado, mas geralmente os pets devem ser internados para tomar soro e voltar a ter o rim funcionando normalmente.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

Câncer de pele também pode afetar os animais

Em 7 de março de 2013  /   Na categoria Blog

Os pets precisam de proteção contra o sol!

Assim como nós nos protegemos do sol, os pets também precisam sair para os passeios em horários apropriados e cuidar com a exposição solar. Os animais também podem sofrer com câncer de pele e, segundo a médica veterinária do Hospital Veterinário Pró Vita Rhea Cassuli Lima dos Santos, a doença chega a ser até mais agressiva do que nos humanos.

“O sol é importante porque ela fixa o cálcio nos ossos, e converte a vitamina D necessária. Mas é importante que a exposição seja antes das 9h e depois das 16h”, explica a veterinária. Algumas raças são mais propensas a este tipo de tumor, como os pit bulls e os bull terrier; em relação aos gatos, aqueles que são mais branquinhos ou que têm pele de cor rosa merecem atenção.

O câncer de pele pode dar alguns sinais típicos, e geralmente começa com uma dermatite solar. “Pode existir alguma queimadura na pele, e às vezes o cachorro fica lambendo, deixando, assim, a pele mais grossa e espessa. Depois disso, pode ser que apareça alguma ferida aberta, e a formação de uma crosta vermelha. Na sequência, aparecem as feridas abertas, que são maiores”, explica Rhea.

Os locais mais afetados no corpo dos cães são abdômen, ponta de nariz, região em volta dos olhos e ponta das orelhas: são lugares com menos pele e maior exposição solar. Nos gatos, a ponta do nariz e da orelha merecem proteção especial.

De acordo com a veterinária, já existem protetores solares para animais prontos para comprar e disponível em farmácias de manipulação. “O ideal é um fator de proteção solar acima de 30, que deve ser aplicado quatro vezes ao dia”, resume.

Se o animal for detectado com a doença, é importante que ele fique sob os cuidados de um veterinário. “Essa doença é bem dolorosa para os animais”, finaliza.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr

O passeio nosso de cada dia!

Em 6 de março de 2013  /   Na categoria Blog

Você sabia que o passeio com o pet é tão importante quanto à higiene adequada e a visita ao veterinário?  Nosso parceiro Comportare aborda esse assunto no texto abaixo. Segundo a zootecnista Karla Raphaela Voltolini, o passeio permite controlar o peso, aumentar a massa muscular e prevenir problemas nas articulações.

Confira o que a especialista fala sobre o assunto e fique de olho nas dicas de como proporcionar um bom passeio para o seu amigão! Boa leitura!

* Por Karla Raphaela Voltolini
Quando questiono meus clientes sobre quanto tempo por dia eles gastam passeando com seus cães, percebo que devido à loucura do dia a dia e ao estresse que somos submetidos, a maioria dos proprietários não passeia o tempo suficiente na rua com seus cães. O passeio diário é tão fundamental para o cão quanto a boa alimentação, os hábitos de higiene e a ida ao veterinário.

Caminhar diariamente é extremamente positivo para a saúde dos cachorros, sendo um dos fatores de grande influência sobre a expectativa de vida do animal. O passeio permite controlar o peso, aumentar a massa muscular, prevenir problemas nas articulações, controlar o índice glicêmico, ter um bom preparo físico e cardiopulmonar, além de estimular e apurar a audição e o olfato.

Não é desculpa para deixar de sair com o cão em dias nublados ou frios, pois o cachorro é resistente à variações climáticas, e caso seja necessário, pode-se utilizar de roupas ou capas protetoras contra chuviscos.

A necessidade do animal circular fora de casa não é apenas física. O cão precisa de estímulos sensoriais que o tornem psicologicamente estável, mantendo-o sociável e com nível de energia controlado de modo a conseguir respeitar limites.

Os cães que não saem com frequência de casa se sentem ameaçados quando precisam sair, o que pode gerar um comportamento tenso ou agressivo. Quando estão em casa, os animais criados desta maneira podem expressar distúrbios comportamentais, sendo hiperativos, destruidores de objetos, recebendo mal as visitas ou vivendo em depressão contínua.

O tempo ideal para uma caminhada satisfatória é entre 40 e 50 minutos. Vamos tentar colocar essas dicas na nossa rotina e deixar nosso pet bem física e psicologicamente?

O que fazer para proporcionar um bom passeio para seu cachorro?

• Leve um saco plástico para recolher a sujeira do seu cão;
• Não passeie com seu cachorro sem a coleira – ele pode sair de maneira imprevisível de perto e se acidentar com um carro ou em uma briga com outro animal;
• Não dê muita água ou comida antes do passeio para evitar congestões;
• Dê preferência aos horários de manhã ou o final da tarde e procure caminhar pela sombra, pois o chão pode estar muito quente e machucar as patas;
• Cães de pelos claros precisam de filtro solar;
• Dê água durante o passeio;
• Mantenha gentilmente a coleira firme, estimulando seu cachorro a andar ao seu lado;
• Quando for contar o tempo de caminhada indicado, desconte os minutos das pausas;
• Observe o estado das patas quando chegar em casa e leve ao veterinário caso haja algum problema.

Para quem não tem tempo para passear com o cachorro, existem pessoas e empresas que oferecem este serviço. Porém é importante reconhecer que há um vínculo especial quando o animal sabe que vai passear com seu dono e sente que será uma atividade agradável compartilhada. Aproveite a companhia de seu melhor amigo e expresse seu carinho saindo para caminhar com ele!

* Autora:
Karla Raphaela Voltolini
Zootecnista – Consultora Comportamental de Cães
Contato: karlavoltolini@zootecnista.com.br

Clique aqui e curta a página da Comportare no Facebook

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this pageShare on Tumblr
  • Atendimento

    O Hospital Veterinário Pró Vita de Curitiba entende que atender bem não tem hora, por isso atende 24 horas e coloca a disposição do seu amigão ou amiguinho um completa estrutura com farmácia, exames e profissionais qualificados. Ah, se o seu amigo é felino no Hospital Veterinário Pró Vita tem espaços dedicados só para os gatinhos. Venha, estamos esperando você e seu amigão.

  • Credenciado DottorDog

  • Horários de Funcionamento

    Abertos todos os dias, inclusive Domingos e Feriados.